02 setembro 2009

CENTELHA DE AMOR

Quando tua mão
Deslizou leve
Pelo meu cabelo
E veio até o pescoço
Quando teu hálito quente
tocou minha orelha
E teu beijo molhado
a minha nuca...
Ativaram-se em meu ser
Todas as centelhas...
Suspirei, delirei
Entrei em alvoroço
Meu corpo vibrou
estremeceu
Como se fosse de neve
Em suor se derreteu
Minha voz embargou
Ficou rouca...
Veio o desejo incontrolável
Aquela vontade louca
de ser possuida, devorada...
Sentir teu corpo junto a mim
Nossas bocas se unindo
Nossos olhares nos consumindo
Exalando assim nossa libido
Que como flor vicejante e sensual
Fertilizados pelo carinho recebido
Desabrochará em prazer
Em extãse total
Do começo até o fim!

Walter P.Pimentel

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